• Autor Alan Villiers
  • Ilustrador
  • Coleção Biografia/Memórias
  • ISBN 9789896231873
  • PVP 25,49 € (IVA incluído)
  • preço livre
  • 1ª Edição março 2014
  • Edição atual 4.ª
  • Páginas 384
  • Apresentação
  • Dimensões 165 X 235 X 30 mm
  • Idade

Edição amplamente ilustrada com nova encadernação

Prefácio de Álvaro Garrido, Historiador e Consultor do Museu Marítimo de Ílhavo

A Campanha do Argus, de Alan Villiers, é um clássico da literatura marítima mundial. Numa escrita límpida e envolvente, este oficial da Armada australiana, pre­sença assídua nas páginas do National Geographic Magazine do segundo pós-guerra como repórter das «coisas de mar», escreveu uma narrativa de viagem de um dos mais belos veleiros da frota bacalhoeira portuguesa, o Argus.

«A projeção internacional do livro foi tal que teve tradução em mais de uma dezena de línguas. Reeditá-lo, a mais de cinquenta anos de distância da primeira edição, é um acontecimento cultural de maior importância. Além de um belo e minucioso memorial de pesca do bacalhau com dóris de um só homem, A Campanha do Argus permite entender os múltiplos significados deste património marítimo singular e desvendar a relação interessada do Estado Novo e do seu aparelho de propaganda com o drama épico da pesca do bacalhau.» ? Álvaro Garrido, historiador

Alan John Villiers nasceu em Melbourne, na Austrália, em 1903. Oficial de Marinha e repórter de temas marítimos, granjeou fama com os seus artigos no National Geographic Magazine e em diversos jornais australianos e britânicos. Fascinado pela vela transatlântica, realizou filmes documentais e escreveu mais de uma dezena de crónicas de viagens maríti­mas. Editados na Grã-Bretanha e nos EUA, os seus livros conheceram traduções em diversas línguas. Em 1951, resultado de uma encomenda das autoridades portuguesas, deu a conhecer ao mundo a pesca do bacalhau por homens e navios portu­gueses. The Quest of The Schooner Argus, cuja tradução portuguesa saiu no mesmo ano, foi das suas principais obras, certa­mente a mais divulgada no estrangeiro, mercê dos esforços do aparelho de propa­ganda salazarista. Alan Villiers faleceu em Oxford, em 1982.