• Autor Juan Rulfo
  • Ilustrador
  • Coleção Ficção Traduzida
  • ISBN 9789896232344
  • PVP 14,99 € (IVA incluído)
  • preço livre
  • 1ª Edição junho 2017
  • Edição atual 2.ª
  • Páginas 152
  • Apresentação
  • Dimensões 150 X 225 mm
  • Idade

Os contos de «A Planície em Chamas» reflectem, em parte, as origens do escritor: natural da província mexicana de Jalisco, região árida e pobre, onde camponeses que lutam pela subsistência, caciques brutais e revolucionários sanguinários, coexistem num cenário semi-desértico carregado de injustiça, violência e morte.

Juan Rulfo (1918-1986), escritor mexicano, é, sem dúvida, um dos maiores nomes da história da literatura mundial. Com apenas uma novela e um livro de contos publicados, "Pedro Páramo e El LLano em LLamas" ("A Planície em Chamas"), foi um dos escritores que mais contribuíram para a renovação da literatura hispano-americana, merecendo o elogio e a admiração de escritores como Jorge Luís Borges - que lhe dedicou um capítulo na sua famosa Biblioteca Pessoal - ou Julio Cortazar, entre outros.

Juan Rulfo (México, 1917-1986) é talvez o autor sul-americano mais comentado, elogiado e imitado do século xx. Toda a sua obra literária conhecida, que reunida pouco ultrapassa as 300 páginas, é considerada como fundadora, origem de uma nova forma de literatura, que deu lugar a escritores como Gabriel García Márquez, um dos seus mais famosos e reconhecidos devedores.

De Pablo Neruda a Carlos Fuentes, de Octávio Paz a Jorge Luis Borges e Juan Carlos Onetti, abundam os testemunhos de admiração dos seus pares e o assombro e desconcerto da crítica. Em contraste com este enorme rumor a rodear a escassa obra de Rulfo, está o silêncio em que desapareceu o escritor desde a publicação, em 1955, de Pedro Páramo e até à sua morte, em Janeiro de 1986. Silêncio este apenas interrompido pela revelação esporádica, por parte de jornalistas, da iminente “saída” de uma nova novela, La cordillera, que acabou por se tornar mítica. As tentativas de explicar esta prematura interrupção da escrita de um dos mais marcantes escritores contemporâneos no auge da sua fama contribuiu para aprofundar a «lenda Rulfo», não faltando comparações com a de Rimbaud.





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