• Autor Albrecht Koschorke
  • Ilustrador
  • Coleção Ensaio
  • ISBN 9789896232252
  • PVP 12,99 € (IVA incluído)
  • preço livre
  • 1ª Edição julho 2016
  • Edição atual 1.ª
  • Páginas 88
  • Apresentação
  • Dimensões 150 X 225 mm
  • Idade

Publicado na Alemanha em Fevereiro de 2016. 10 000 copias vendidas só no primeiro mês.

Um livro actual. Uma análise que explica o fenómeno editorial do Mein Kampf e as bases da sua mensagem ideológica.  

Ao contrário de ulteriores representantes do mesmo género, o efeito da obra programática de Adolf Hitler, Mein Kampf, o primeiro dos livros ditatoriais do século XX perdurou para lá do colapso do regime que ajudou a fundar. Levantadas as restrições legais que impediam oficialmente a sua divulgação, as reimpressões do polémico livro de Hitler sucedem-se e continuam a dividir a opinião pública acerca do perigo de contágio ideológico da obra.

Mas, como pôde um livro unanimemente considerado patético, politicamente confuso, de leitura aborrecida e, em suma, quase ridículo, tornar-se tão nefastamente eficaz? Qual o poder de fascinação que ainda hoje exerce? A quem se dirige ele, e porquê?

Quais os instrumentos necessários para exercitar um controlo sobre as massas? Como evitar que estas ideologias se tornem (novamente) populares?

Neste importante e instrutivo livro, Albrecht Koschorke, renomado ensaísta e especialista em teoria narrativa, responde a todas estas questões recorrendo à abordagem pouco usual dos estudos literários. Explica, através de uma leitura crítica do Mein Kampf, não só o contexto que motivou a produção e recepção desta obra, como o método de disseminação de ideias de Hitler.

Albrecht Koschorke, nasceu em 1958 e é professor de Literatura Moderna Alemã e de Estudos Literários na Universidade de Constança. A sua obra Körperströme und Schriftverkehr: Mediologie des 18. Jahrhunderts (1999) é considerada de importância decisiva na actual orientação científica dos Estudos Alemães. Foi vencedor, em 2002, do Prémio da Academia das Ciências de Berlim-Brandemburgo e, em 2003, do Prémio Leibniz atribuído pela Fundação Alemã de Investigação. O seu trabalho científico nos campos da Mediologia, da Semiótica Cultural e da Teoria Narrativa é amplamente reconhecido a nível internacional.